Março mágico

Quase dez dias sem nenhum post e o motivo é justo: o mês de março é um mês mágico para mim. Muitas pessoas próximas nasceram neste mês e, por isso, março costuma ser um mês de festas. Meu aniversário também é em março.

Aos 38 anos, olho para trás e me pergunto: o que sou agora? um resumo, uma síntese, um quadro imaginário com colagens de momentos bons e ruins. Pierre Verger disse quase no final de sua vida que ainda não sabia o que queria, mas tinha certeza do que não queria. Acho que estou passando por isso.

Neste ano, resolvi fazer um algo diferente e comemorar o meu dia vivendo sensações também mágicas. Ouvindo Pink Floyd, dentro de uma livraria (Status Café Bar Cultura e Arte), cercada de amigos e da mais plena sensação de que a cada ano que passa eu valorizo mais e mais esses pequenos fragmentos de felicidade.

Do que gosto mais nesta vida (sim, porque estou certa de que já vivi outras)? Livros, música, amigos, imagens, família, amigos, perfumes, inteligência. Por enquanto.

Abaixo: imagens ruins feitas de meu celular. Deveria ter levado a câmera, eu sei.






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O que meu olhar já viu?
Pierre Verger (1902-1996)

Por quê?A história desse fotógrafo francês é uma referência obrigatória para qualquer fotógrafo. Verger desembarcou na Bahia em 1946 e se encantou. Diferentemente do que acontecia na Europa, que vivia o pós-guerra, ele encontrou em Salvador um clima hospitaleiro e rico em possibilidades. Passou a registrar cenas cotidianas da da cultura afro, investigando uma multiplicidade de temas ligados à cultura dos iorubás, na Bahia e na África. Além da fotografia, Verger é conhecido também por sua pesquisa história sobre esses povos.


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